363 milhões coaph furtado: entenda o caso em Fortaleza
Investigação aponta contratos de 363 milhões na COAPH com influência do Dr. Furtado, genro do prefeito de Fortaleza, Evandro Leitão. Confira os detalhes.
Contexto dos contratos milionários A Cooperativa de Atendimento Pré e Hospitalar (COAPH) tornou-se alvo de intensos questionamentos no cenário político cearense devido ao volume de recursos públicos envolvidos em seus contratos. Segundo informações circulantes em 2026, a entidade acumula acordos com o poder público, incluindo serviços ao Hospital da Polícia Militar do Ceará, que totalizam cerca de 363 milhões coaph furtado em valores acumulados. O papel de Dr. Furtado e a gestão municipal O centro das críticas recai sobre a figura do Dr. Francisco Furtado, genro do atual prefeito de Fortaleza, Evandro Leitão (PT). Embora não conste registro público de cargo formal de Furtado na diretoria da cooperativa, denúncias parlamentares e de entidades sindicais, como o Sindsaúde Ceará, apontam que ele exerce influência significativa sobre a rede de saúde municipal e estadual. A relação familiar é apontada por críticos como um possível vetor de conflito de interesses. O debate em torno dos 363 milhões coaph furtado brasil ganha força à medida que sindicatos denunciam a falta de transparência em contratações realizadas via dispensa ou inexigibilidade de licitação, prática que, segundo críticos, precariza o trabalho na saúde. Desdobramentos e fiscalização Em 2026, o tema dos 363 milhões coaph furtado 2026 permanece no centro do debate político local. A deputada federal Ana Paula Brandão chegou a denunciar barreiras à fiscalização em unidades como o Instituto Dr. José Frota (IJF), onde a presença da COAPH é alvo de protestos. Além disso, o histórico da cooperativa inclui investigações passadas, como a Operação Karkinos, deflagrada pela Polícia Civil em 2022 para apurar possíveis fraudes em licitações e outros crimes. Até o momento, a gestão municipal e os órgãos competentes têm sido cobrados por maior clareza sobre os critérios de contratação e a execução desses serviços. O resultado 363 milhões em contratos continua sendo um ponto de pressão sobre a administração de Evandro Leitão, que também enfrenta investigações da Polícia Federal em outras frentes relacionadas ao seu patrimônio pessoal.