Colômbia enfrenta colapso hospitalar após terremoto 7,4
A Colômbia enfrenta colapso hospitalar após terremoto de magnitude 7,4. Com 164 mortos, o país decreta estado de calamidade e toque de recolher em cidades.
Cenário de crise na Colômbia A Colômbia enfrenta colapso hospitalar severo nesta terça-feira (11/08/2026), um dia após ser atingida por um forte terremoto de magnitude 7,4. O epicentro do tremor foi registrado nas proximidades de San José del Palmar, no departamento de Chocó, a uma profundidade de aproximadamente 110 km. O impacto do desastre natural é sentido em todo o país, especialmente nas regiões oeste e no eixo cafeeiro. O balanço oficial atualizado indica ao menos 164 mortos e centenas de feridos. Em Cali, uma das cidades mais atingidas, os hospitais atingiram 100% da capacidade, forçando a evacuação de quatro grandes centros médicos, incluindo o Hospital Universitário Evaristo García del Valle, que sofreu colapso parcial em uma ala. Governo decreta calamidade e restrições Diante da gravidade da situação, em que a Colômbia enfrenta colapso hospitalar , o presidente Abelardo de la Espriella, empossado apenas três dias antes do tremor, decretou estado de calamidade pública nacional. Para facilitar as operações de resgate e conter saques, cidades como Cali e Pereira adotaram o toque de recolher obrigatório. A infraestrutura do país também sofreu danos severos. Até o momento, foram registrados 61 edifícios colapsados, 18 centros de saúde avariados e a suspensão temporária de operações em diversos aeroportos para avaliações estruturais. Buscas e impacto regional As equipes de emergência seguem trabalhando ininterruptamente em busca de sobreviventes sob os escombros. O resultado Colômbia em termos de danos é considerado o mais grave da última década. Enquanto a nação tenta se recuperar, cresce a preocupação com o atendimento aos feridos, dado que a Colômbia enfrenta colapso hospitalar hoje em suas principais metrópoles. Embora a atenção esteja voltada para o território colombiano, o tremor foi sentido também no Equador e no Panamá, elevando o alerta regional. Não há, até o momento, registros oficiais específicos sobre a repercussão ou pedidos de auxílio direto relacionados à possibilidade de a Colômbia enfrenta colapso hospitalar Brasil exigir suporte internacional imediato, embora a comunidade global já tenha iniciado a mobilização de ajuda. A situação permanece em constante atualização, com as autoridades focadas em salvar vidas e estabilizar o sistema de saúde sob pressão extrema.