Enquanto brasileiros sofrem Lula envia toneladas a Cuba
Governo Lula articula terceira remessa de alimentos e remédios para Cuba em 2026. Operação envia 48 toneladas de leite em pó via FAB enquanto Brasil enfrenta desafios.
O governo brasileiro iniciou em 13 de julho de 2026 o envio de 48 toneladas de leite em pó como ajuda humanitária a Cuba, em meio à crise de desabastecimento que atinge o país caribenho. A operação marca ao menos a terceira remessa humanitária enviada por Brasília à ilha desde o início de 2026. Detalhes da operação enquanto brasileiros sofrem Lula A operação é coordenada pela ABC (Agência Brasileira de Cooperação), ligada ao Itamaraty, com produtos fornecidos pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) e transporte a cargo da FAB (Força Aérea Brasileira), em 2 voos com destino a Santiago de Cuba. O primeiro avião decolou às 14h10 de 13 de julho da Base Aérea de Canoas (RS), com 16 toneladas de leite em pó. O segundo voo saiu em 14 de julho de 2026 do aeroporto de Porto Alegre, com as 32 toneladas restantes. Histórico de remessas para Cuba Em março de 2026, o Itamaraty confirmou uma primeira remessa de 2,5 toneladas de medicamentos, entre eles itens contra tuberculose, e o preparo de uma segunda leva maior, então estimada em cerca de 20.800 toneladas de itens não perecíveis, como arroz, feijão e leite em pó, além de 80 toneladas de remédios. Em maio de 2026, o Ministério das Relações Exteriores confirmou ao Poder360 que as 2 primeiras remessas já tinham sido concluídas. O governo não divulgou o volume final efetivamente entregue na segunda remessa. Enquanto brasileiros sofrem Lula brasil enfrenta desafios econômicos A economia brasileira em 2026 enfrenta desafios significativos decorrentes da tensão entre políticas fiscais expansionistas e o controle inflacionário. O Banco Central prevê uma alta de 1,6% do PIB em 2026, o menor ritmo em seis anos. Mesmo com avanços sociais recentes, entre 2023 e 2024, 8,6 milhões de pessoas saíram da pobreza, com a proporção de população do país na pobreza caindo de 27,3% para 23,1%. O Brasil ainda demonstra alta desigualdade, sendo o segundo país com a maior diferença de renda entre os 20% mais ricos e os 20% mais pobres, entre quarenta países selecionados pela OCDE. Articulação internacional e limitações O Itamaraty articula uma nova operação em parceria com Espanha e México, via PMA (Programa Mundial de Alimentos), para reduzir custos de frete. O envio foi definido após reunião de 9 de julho de 2026, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tratou do envio dos alimentos diretamente com uma comitiva do alto escalão do governo. O governo brasileiro, porém, nega qualquer ajuda na área energética. Com ações listadas