FLÁVIO BOLSONARO DEFENDE LEGALIDADE DE FILME E CITA PATROCÍNIO A LUCIANO HUCK DA GLOBO: “MESMO JEITO”
Durante sabatina na TV Globo, candidato afirmou que os recursos destinados ao filme Dark Horse seguiram regras de investimentos privados e comparou os aportes a outras iniciativas de patrocínio e publicidade.
Durante a sabatina na TV Globo, o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) defendeu a legalidade e a transparência do financiamento destinado ao filme Dark Horse, cinebiografia de seu pai, Jair Bolsonaro. Questionado sobre os aportes feitos pelo empresário Daniel Vorcaro, Flávio afirmou que a operação ocorreu dentro das regras previstas para investimentos privados e seguiu procedimentos considerados regulares no mercado. O parlamentar destacou que contratos de patrocínio e investimentos culturais fazem parte da dinâmica empresarial e que não haveria irregularidade em uma empresa privada apoiar projetos dentro dos mecanismos permitidos pela legislação. Durante a entrevista, Flávio citou outros investimentos realizados por Vorcaro, mencionando valores destinados a projetos de mídia e publicidade, como forma de argumentar que o empresário já mantinha relações comerciais com diferentes setores. Segundo o candidato, os aportes ao filme não deveriam ser tratados como uma exceção, mas como uma iniciativa privada submetida aos mesmos critérios de análise e controle aplicados a outros contratos. A defesa de Flávio buscou afastar questionamentos sobre a origem dos recursos e reforçar que a produção cinematográfica teria seguido padrões de conformidade, transparência e respeito às normas vigentes. O senador também argumentou que empresas possuem liberdade para decidir onde aplicar seus recursos de comunicação, marketing e patrocínio, desde que respeitem os limites legais estabelecidos. A declaração ocorreu em meio a questionamentos sobre a relação entre grandes empresários, investimentos culturais e projetos ligados a figuras políticas de destaque nacional. Flávio Bolsonaro afirmou que não houve favorecimento ou tratamento diferenciado na captação dos recursos, defendendo que o contrato seguiu práticas comuns do setor privado. A entrevista gerou repercussão nas redes sociais e entre apoiadores e críticos do candidato, com debates sobre financiamento cultural, relações empresariais e transparência em projetos envolvendo personalidades políticas. Foto: Divulgação