Governo Lula nega entrada a enviados de Trump por interferência
O governo Lula nega entrada a enviados de Trump que pretendiam questionar o sistema eleitoral brasileiro. Decisão foi confirmada pelo Itamaraty hoje, 2026.
Entenda o caso: Governo Lula nega entrada de diplomatas O governo Lula nega entrada a dois funcionários do Departamento de Estado dos Estados Unidos que buscavam ingressar no Brasil com vistos diplomáticos. A decisão, confirmada pelo Itamaraty neste sábado, 25 de julho de 2026, barrou a missão composta por Riley M. Barnes e Samuel Samson. Motivações da decisão A avaliação interna do governo brasileiro é que a visita representava uma tentativa clara de interferência em assuntos internos. O governo Lula nega entrada após identificar que a pauta dos enviados de Donald Trump visava questionar a integridade das urnas eletrônicas e o processo eleitoral brasileiro. O Ministério das Relações Exteriores apontou que a missão foi organizada logo após um evento conduzido pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que reuniu diplomatas estrangeiros para levantar dúvidas sobre o sistema de votação. Para o governo, o contexto político da visita, em plena campanha presidencial, configura uma manobra para desestabilizar o pleito. Contexto e repercussão O pedido de visto foi protocolado no dia 20 de julho. A agenda dos representantes americanos incluía reuniões com autoridades eleitorais e aliados do ex-presidente. Ao confirmar que o governo Lula nega entrada de emissários estrangeiros com este propósito, o Itamaraty reafirma a soberania do processo eleitoral brasileiro frente a pressões externas.