Idosa espera anos por cirurgia de hérnia no Rio e descobre erro
Caso de idosa que espera anos por cirurgia de hérnia no Rio de Janeiro revela falha administrativa: paciente nem sequer estava na fila do Sisreg.
Falha no sistema deixa paciente sem atendimento Uma idosa, residente em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, enfrenta um drama na rede pública de saúde ao descobrir que, após cinco anos de espera, seu nome não constava na fila do Sistema de Regulação (Sisreg). A paciente, que sofre com uma hérnia, relatou a impossibilidade de realizar atividades diárias básicas devido às limitações físicas impostas pela condição. Entenda o caso e a fila do Sisreg A situação da idosa espera anos por uma solução para sua hérnia abdominal, mas a busca por atendimento tornou-se um labirinto burocrático. O Sisreg é a ferramenta oficial utilizada pelo SUS para organizar a demanda por consultas e cirurgias, priorizando pacientes conforme critérios clínicos. Contudo, a ausência do cadastro da paciente no sistema, mesmo após anos de tentativas, levanta questionamentos sobre a gestão das vagas no município. Direitos do paciente e acompanhamento O caso, reportado em 28 de julho de 2026, destaca a importância de os usuários do SUS verificarem regularmente o status de suas solicitações no painel oficial ou via aplicativo Meu SUS Digital. Especialistas reforçam que a idosa espera anos por uma resposta que deveria ser automatizada pelo sistema de regulação. Casos similares de falhas no cadastro em sistemas estaduais ou municipais já foram registrados anteriormente, exigindo que o paciente mantenha contatos atualizados e guarde o número de identificação do protocolo. Panorama da saúde em 2026 Enquanto a idosa espera anos por uma definição, dados da prefeitura apontam esforços para reduzir o tempo médio de espera com a inauguração de unidades especializadas, como o Super Centro Carioca de Saúde. No entanto, casos individuais de erro no registro, como o ocorrido na Zona Oeste, evidenciam lacunas que ainda persistem no atendimento ao cidadão. O resultado idosa dessa falha administrativa é o prolongamento desnecessário do sofrimento clínico, reforçando a necessidade de transparência nas listas de espera.