Turista holandês morre após barco virar nas Cataratas
Um turista holandês morre após barco virar durante passeio do Macuco Safari no Parque Nacional do Iguaçu. Autoridades investigam causas do acidente.
Acidente fatal no Macuco Safari Um turista holandês morre após um acidente com uma embarcação durante um passeio nas Cataratas do Iguaçu, em Foz do Iguaçu, no Paraná. O caso ocorreu no final da manhã de terça-feira, 28 de julho de 2026, durante a atividade conhecida como Macuco Safari. Segundo informações do Corpo de Bombeiros, oito pessoas estavam a bordo no momento em que o barco virou: seis turistas holandeses e dois tripulantes. A vítima, um homem de 25 a 26 anos — conforme divergências pontuais nas fontes oficiais — sofreu afogamento e entrou em parada cardiorrespiratória. Apesar dos esforços de reanimação e do atendimento inicial no parque, o óbito foi confirmado no Hospital Municipal. Investigação e medidas de segurança A Marinha do Brasil informou que instaurará um inquérito administrativo para apurar as circunstâncias, causas e eventuais responsabilidades pelo ocorrido. A Polícia Civil também realizou perícia no local e iniciou a coleta de depoimentos de sobreviventes e testemunhas. O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) lamentou o acidente e afirmou que a documentação da concessionária Ilha do Sol, responsável pela operação, está regular. Como medida preventiva, as atividades do Macuco Safari ficarão suspensas por três dias. Contexto operacional No momento do acidente, a vazão das Cataratas do Iguaçu era de aproximadamente 4,3 milhões de litros de água por segundo. Embora este valor esteja acima da média histórica (cerca de 1,5 milhão de litros por segundo), era considerado dentro dos padrões operacionais de segurança. O turista holandês morre após o grupo chegar a Foz do Iguaçu para uma viagem familiar, com retorno previsto para o dia 30 de julho. Outros passageiros e a tripulação receberam atendimento médico em unidades de pronto atendimento locais e no próprio parque, sendo liberados na sequência. O impacto do caso gera atenção sobre a segurança de passeios turísticos no Brasil em períodos de alta vazão hídrica, um tema que segue sob análise técnica. O resultado turista das investigações será divulgado pelas autoridades competentes após a conclusão dos laudos periciais. A situação atual, em 2026 , reforça a necessidade de monitoramento constante em áreas de conservação.